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Foto: Karolyne Hubert (https://unsplash.com/photos/DLTVf-Wx5n0)

Países em guerra sofrem e outros aproveitam oportunidades comerciais

A invasão da Ucrânia pela Rússia tem sua própria história.

O império russo é uma grande potência militar mundial e o presidente Vladimir Putin sonha em retornar o país ao seu papel de influenciador mundial, ao lado dos Estados Unidos e China.

Por sua vez, a Ucrânia é liderada por um inconsequente presidente, Kerensky, por ter deixado o país ir para a guerra para a qual estava despreparado, mas mantém discurso para manipular países a apoiar financeiramente e militarmente a Ucrânia.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), após o esfacelamento da União Soviética (URSS), já vinha aumentando seu grau de influência nos países da antiga URSS, com o acolhimento de alguns países (Letônia, Lituânia, Polônia, etc.), deixando a Rússia desconfortável e acuada, vendo a fronteira oeste sob a influência dos EUA.

Em 2008 a Geórgia foi convidada para entrar na OTAN e foi invadida pela Rússia. Depois, a Rússia invadiu a Crimeia pela mesma razão. A guerra contra a Ucrânia é um aviso para o ocidente deixar os países ao redor da Rússia longe da OTAN e, para garantir isso, está disposta a usar de todos os meios militares.

Putin pensava fazer uma guerra breve com a Ucrânia, mas encontrou resistência do exército ucraniano e da população civil, incentivada pelo presidente Kerensky.

A guerra na Europa gera comoção mundial e tem sido repudiada por todos países do Ocidente e na própria Rússia. Internamente, Putin tem fechado a mídia independente e ameaçado jornalistas e civis de prisão.

O prolongamento da guerra tem feito Putin atacar as cidades e destruir sua infraestrutura. Os acontecimentos têm mostrado podermos ter uma guerra prolongada, os russos têm dominado as cidades e colocado pessoas de sua confiança para administrá-las, entretanto, a Rússia tem mostrado hesitação em usar todo o seu potencial bélico.

A Rússia tem sofrido sanções econômicas ocidentais, como falta de acesso a suas reservas monetárias, fechamento de empresas na Rússia e paralisações de compras de seus produtos, como petróleo e gás.

Toda guerra não é benéfica para os países envolvidos, causa sofrimentos e destrói seus recursos mais preciosos (vidas, finanças, etc.), empobrece o povo e gera oportunidades para outros países, como a venda de armas, o fornecimento de produtos que eram exportados pelos países em guerra e, depois, os demais países participam ativamente dos esforços de recuperação econômica.

Enquanto isso, a indústria armamentista comemora um novo cenário de guerra para enviar seus produtos e outros países se esmeram para serem substitutos para o fornecimento de produtos ucranianos e russos, como petróleo, gás, trigo, fertilizantes, etc.

Não podemos deixar os ânimos ficarem mais exaltados, a ponto de envolver mais países no conflito. Precisamos de um líder empático, para desarmar os ânimos belicistas e atender as demandas das partes, com a adoção de solução conciliadora.

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