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Foto: Jefferson Peixoto/Secom (https://fotospublicas.com/alivio-e-esperanca-marcam-vacinacao-de-adolescentes-a-partir-de-12-anos/)

Cidades implantam “passaporte da vacina” para tornar convívio social mais seguro

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O presidente da República boicotou as medidas preventivas (isolamento social, uso de máscaras, etc.), defendeu a manutenção do funcionamento normal da economia, politizou a discussão sobre as vacinas e adiou a aquisição de vacinas.

Em 2021 a vacina gerou queda do número de infecções e de mortes, mas ainda temos números elevados. Ainda temos grande transmissibilidade do vírus e, por isso, as medidas de prevenção devem ser mantidas.

Inacreditavelmente, o presidente gerou pupilos pelo país, mas, por outro lado, temos casos exemplares, como a disseminação da exigência do “passaporte da vacina” para a participação em eventos coletivos. Dessa forma, tem se tornado comum o requisito dele para frequentar locais coletivos, como restaurantes fechados, viagem de avião, visitas a locais coletivos (museus, teatros, estádio de futebol, academias, atrações turísticas, etc.).

O presidente continua em sua trajetória de sabotador, agora discursa contra a obrigatoriedade do “passaporte da vacina” e argumenta que a liberdade individual deve prevalecer. Nessa cruzada, conta com o apoio do Ministro da Saúde. Ambos esquecem que o direito individual deve se adequar ao interesse coletivo de proteção à saúde, para o bem da sociedade.

O objetivo do país é atingir mais de 90% de imunização da população e depois serem retiradas as medidas restritivas e preventivas. Até chegarmos a este patamar, medidas restritivas são necessárias.

A saúde deve ser preservada. Impor o “passaporte da vacina” tem sido uma medida para garantir a presença somente de imunizados em locais restritos, junto com o dever do uso de máscaras e distanciamento social. Tudo isso para viabilizar com segurança a volta de uma vida normal, pois as pessoas não aguentam mais ficar em casa e diversos ramos de negócios (bares, restaurantes, salões de beleza, etc.) precisam se reerguer o mais rápido possível. O objetivo é ter eventos sociais e coletivos, com cuidados para evitar contaminação, para gerar diminuição da solidão, ter momentos de alegria e reaquecer a economia. Assim, medidas restritivas (passaporte da vacina, máscaras e distanciamento) garantem a saúde física, a saúde mental com o convívio social e a melhoria financeira de muitas empresas. Fazer essa conciliação deve ser nossa meta, até o dia que tivermos segurança sanitária para acabar com as medidas restritivas.

Não podemos repetir comportamentos errados feitos pelo presidente da República. Foi uma vergonha vê-lo chegar na Assembleia da ONU, em Nova York, sem vacinar, ter de comer pizza na calçada de uma pizzaria. Ao final, muitos da comitiva presidencial, por não usarem máscaras, foram  infectados por coronavírus, inclusive o Ministro da Saúde.

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