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Um 2020 melhor

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Foto: Sidney City (https://fotospublicas.com/apesar-dos-incendios-no-pais-australianos-comemoram-a-chegada-do-ano-novo-em-sidney-foto-daniel-tran-city-of-sydney/)

 

 

2019 não foi um ano tranquilo.

Em 2019 o Presidente Jair Bolsonaro negou, sem compromisso com a história e ciência, as instituições governamentais bancárias, fiscalizadoras, ensino, ambientais, ONGs, agências reguladoras, imprensa, partidos políticos e metodologias de governança (pesquisas, censos, multas, radares, sistema de ensino, resultados eleitorais, índices de desmatamento, direitos, etc.), mas não apresentou formas alternativas para mitigar os impactos dessa tentativa de desconstrução do Estado brasileiro.

Apesar de tudo, o governo aprovou a Reforma da Previdência, manteve  o controle da inflação e a queda dos juros, baixou o custo da dívida interna, mas houve piora do déficit da balança de pagamentos, desvalorização do real, aumento do preços de itens básicos, perspectivas de aumento da inflação e interrupção da queda dos juros.

Na economia brilhou a figura de Roberto Campos Neto, Presidente do Banco Central, o qual, com ações intervencionistas, tabelou os juros do cheque especial e manteve a queda da taxa de juros, e será uma alternativa ao nome de Paulo Guedes, Ministro da Economia, caso sua política neoliberal tenha caráter excludente e não gere melhores condições sociais, podendo, gerar rebeliões, como as ocorridas no Chile.

Falta o Banco Central acirrar a regulação e controle para atingir um maior volume de créditos para os pequenos e médios negócios, inclusive rural, com o objetivo de aumentar a concorrência no Brasil, condição salutar e essencial para termos maior oferta de produtos e melhores preços.

É quase certa a saída dos Ministros do Meio Ambiente, devido dificuldades, principalmente em solucionar o vazamento de óleo na costa litorânea, e da Educação, por causa dos desgastes com as universidades públicas.

Persistirá o desgaste político de Bolsonaro, em confrontos, seja com os candidatos da extrema direita ou com oposição, liderada por Lula e Ciro, mas também pelas acusações de “rachadinha” imputadas ao seu filho, Flávio Bolsonaro.

Na corrida presidencial, Bolsonaro poderá indicar Sérgio Moro, para a vaga de Ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, retirando-o da próxima eleição presidencial, apesar de ter dito ter a intenção de nomear uma “pessoa terrivelmente evangélica”.

O governo agiu para retirar direitos dos trabalhadores, atingindo principalmente a mão-de-obra desqualificada, mas, deveríamos adotar ações para gerar uma maior quantidade de mão-de-obra qualificada, para atender setores com vagas não preenchidas em 2019, como as de  programadores, analistas, etc.

É visível o envelhecimento da população brasileira e, em 2050, teremos a maior fatia de população composta por idosos, por isso, devemos já fazer políticas públicas para eles, como ações nas áreas de saúde, cuidados físicos, condições arquitetônicas das cidades, educação para idosos, etc.

A melhor coisa a fazer é dar um adeus ao ano velho e renovar a esperança de um futuro melhor.

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